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Apadrinhe uma criança e ganhe um sorriso que não tem preço

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Apadrinhamento 2013 “Uma super viagem de boa vontade é a melhor definição do que é o projeto “apadrinhe uma criança e ganhe um sorriso que não tem preço”“. Idealizado pela pedagoga e moradora Fabiana Silva (mais conhecida como tia Fabi), a ação “Apadrinhe uma criança e ganhe um sorriso que não tem preço” tem como missão promover um pouco de alegria para crianças de uma comunidade carente da Baixada Fluminense/Rio de Janeiro, promovendo o contato das crianças com os padrinhos através de uma doação de tempo que cada padrinho dispõe, seja na compra dos presentes, seja indo no dia e ajudando na entrega, seja participando dos Saraus de Poesias, ou seja, simplesmente promovendo a ação. Anualmente, mais de 250 crianças, com idade entre 0 e 12 anos e em situação de vulnerabilidade social e econômica, têm a possiblidade de receberem além do carinho que cada padrinho pode dá, recebem também  um presente comprado com carinho especialmente para eles (as). Não pegamos em dinheiro, ...
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O problema de carência de médicos na rede municipal de saúde no Município de Duque de Caxias já é crítico há muito tempo. Os moradores da Comunidade do Parque das Missões se queixam de enfrentarem dificuldades ainda maiores para poderem conseguir um atendimento médico já que precisam dividir o espaço com porcos e lixos que tomam conta da única unidade de saúde da comunidade que atende mais de 6 mil moradores e que hoje conta com dois médicos fixos e enfermeiros que fazem o papel de médicos no atendimento a população. Quem tem alguma dificuldade de locomoção fica desestimulado a procurar o atendimento na unidade, pois para entra precisa brigar com a calçada alta e a porta estreita que impossibilita a entrada de cadeirante e portadores de outras necessidades. A unidade que atende os moradores do Parque das Missões além de ter essas dificuldades já citadas, também sofre por não ter como fornece os medicamentos que a população possa vim a precisa.   Os moradores explic...
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A ação apadrinhe uma criança e ganhe um sorriso q não tem preço 2012 q aconteceu no Parque das Missões nos dias 22, 23 e 24 de dezembro de 2012 foi o que podemos chamar de um verdadeiro sucesso. Sempre me ensinaram que quando alguém precisasse de ajuda, se tivesse possibilidade de ajudar essa pessoa de alguma forma, seria bom ajudar… E é verdade… Porque no fim sinto-me bem porque sei que de alguma forma acabei por marcar a v ida de alguém, e porque o sentimento de ter conseguido ajudar essa pessoa é um sentimento bom… Fazer algo pelo bem de outra pessoa, sem esperar nenhum proveito pessoal disso, é qualquer coisa acima de bom… Agradeço a todos os amigos q fizeram parte dessa conquista, pelo segundo ano consecutivo, conseguimos fazer sorri mais de 180 crianças e ainda estamos recebendo doações e fora os presentes q ainda estão aqui para serem destribuidos. Deveríamos olhar para trás e ver que o mundo, as pessoas necessitadas precisam de nos para sobreviver ...
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Aconteceu no ano passado na comunidade do Parque das Missões a ação “apadrinhe uma criança e ganhe um sorriso que não tem preço”, conseguimos apadrinhar 317 crianças (contado aquelas que receberam somente brinquedos e as que além dos brinquedos, também receberam roupas, calçados e material escolar). Essa ação somente foi possível devido a corrente do bem formada pelas redes sociais e amigos pessoais que atenderam os meus chamados e conseguiram me ajudar a levar esse projeto adiante. Conseguimos no espaço de um mês doações para as crianças e ainda a oportunidade de colocar um sorriso no rosto de cada criança que tem a sua infância deixada de lado na luta cotidiana por sobrevivência. As crianças que foram apadrinhadas residem em uma área da Cidade de Duque de Caxias conhecida como Colômbia do Parque das Missões, lugar que não conta com saneamento básico, água encanada, luz elétrica ou coleta de lixo. O que vemos cotidianamente é o descaso social que esses sujeitos enfrentam sendo ...
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O que fazer? Desde o fechamento do aterro de Gramacho em junho deste ano, Duque de Caxias – assim como o Rio de Janeiro - vem enviando seu lixo para a Central de Tratamento de Resíduos do município de Seropédica (a aproximadamente 50km de distância), mas para fazer o transporte, o lixo era primeiro administrado no depósito, para onde seguia depois em carretas. De acordo com a a sentença da juíza Natacha Nascimento Gomes, da 2ª Vara Cível, o local - que não tinha licenciamento ambiental e estava em área de grande povoamento - vinha se transformando em “verdadeiro lixão a céu aberto”, mas esquecemos de citar que esse mesmo espaço empregava mais de 300 pessoas, que alem de ficarem desempregadas também sofrem pela falta de coleta de lixo, mas isso daria uma nova escrita. Ainda de acordo com a sentença, a prefeitura não podia alegar que o lugar servia apenas como estação de transbordo uma vez que “a permanência de resíduos sólidos em área não licenciada, por tempo mínimo que sej...
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Um novo olhar sobre a comunidade do Parque das Missões fabbisilvauerj@gmail.com   A intencionalidade desse texto é fazer uma reflexão com e sobre a vida cotidiana de um grupo de mulheres da Comunidade do Parque das Missões no município de Caxias, Estado do Rio de Janeiro. Mulheres negras que trabalham com reciclagem de materiais dispensados pelas grandes empresas e que fazem dessa ocupação fonte de renda e sustento para criar e educar seus filhos e filhas. Filhos e filhas cujos pais (muitos deles) se evadiram ou se perderam em tristes destinos das drogas, do tráfico, dos crimes, do desemprego e do analfabetismo...   Mulheres que apesar da luta diária nutrem grandes esperanças. Esperanças de que seus filhos e filhas possam viver com mais dignidade e tranquilidade. Possam   crescer e se tornarem — diferentes de seus pais—   cidadãos e cidadãs respeitáveis,   com emprego, carteira assinada, casa e família. Possam enfim interromper o ciclo de...

Apoie quem diga não ao crack - A droga que destrói.

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Pelo menos 180 mil usuários de crack poderão morrer no Brasil nos próximos anos se não houver um trabalho sério para a criação de estrutura de atendimento a eles. Atualmente, segundo dados do Ministério da Saúde, são aproximadamente 600 mil usuários.A situação é grave e levou o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), a defender a adoção de uma política de prevenção a longo prazo. Segundo ele, “o crack é a crônica da morte anunciada”. “Essa é uma droga cuja dependência é muito grave e dificilmente o usuário consegue interromper o uso sem uma rede de tratamento muito bem organizada”. Procure saber mais, divulgue nas suas redes de amigos, escola, cursos, família. Podemos mudar essa realidade, se nos unirmos conseguiremos construir uma sociedade livre do uso do crack. Hoje o que mais vemos na comunidade são jovens que cada vez mais cedo se envolver com drogas e entre essas drogas o crack tem o efeito mais nocivo no organismos desses sujeitos. http://www.portald...